Ariovaldo Ramos: Os bons, os maus, ou quase isso

bondade coragem

Ariovaldo Ramos

Os maus quando atacam alguém, ou a uma ideia, acabam se sobressaindo, porque os bons se omitem.

Os bons parecem acreditar que o bem sempre vence e, portanto, ficam imóveis, esperando para ver o que acontecerá.

Os bons precisam se dar conta de que, assim como a maldade, para acontecer, precisa do concurso dos maus, a bondade, para se estabelecer, precisa do compromisso ativo dos bons.

Quando os bons apenas contemplam, para ver o que vai acontecer, eles deixam de ser bons e passam a ser mórbidos, e acabam, na prática, por se aliar aos maus.

fonte: Facebook

Os bons, os maus, ou quase isso

Esta entrada foi publicada em Artigos. Adicione o link permanente aos seus favoritos.